Querida amiga Sônia. Tenho andado um pouco ausente, mas não esquecido. Mas cá estou de volta. Sou assim como um pássaro impossível, mas podem esperar por mim. Lindo de verdade. Beijos Victor Gil
Sônia Sabe que aqui no parque Biológico encontro por vezes asas despojadas como essas... São as imensas rapinas que por lá param que só deixam mesmo as asas. Votos de bom domingo Bjs g.j.
Sonia, poetamiga: tem dias que a gente se sente assim: passaro ferido nas plumas, como se não bastasse o nó na garganta. Gostaria muito de ter escrito esse poema. Bjos de luz, Grauninha
Que triste isso, Sônia. Dói ver essa imagem. Assim nos sentimos quando cortam nossa liberdade, nossa voz, nossa vontade e nossos direitos... Tiram nossa vida e ficamos um ser impossível...
Teus poemas sempre dão pano pra manga, dão o que comentar, menina! Meu carinho Tais luso
19 comentários:
Impossível não gostar. Beijo
Querida amiga Sônia.
Tenho andado um pouco ausente, mas não esquecido. Mas cá estou de volta. Sou assim como um pássaro impossível, mas podem esperar por mim.
Lindo de verdade.
Beijos
Victor Gil
Não cortaram minha garganta ( af!!), mas eu não tô conseguindo falar; LINDO!!!
bjo;)
Como isso é bonito, Sônia, apesar de tão triste.
Beijo.
Pássaros impossíveis ainda voam?
Seems like a sad moment
The Day
Lindo poema, minha amiga, triste, belo....A foto choca, mas é a realidade, e traz a sua beleza trágica também. Grande abraço.
Ótimo!
Bj e bom finde!
Há muitos pássaros assim. Mas, alguns voam com as asas dos outros.
Felicidades
Que imagem...
beijos menina, lindo fim de semana
Bom dia tristeza
Pelo menos esse pássaro tem a consciência e sabe muito bem expressar sua dor.
Beijooo
Sônia
Sabe que aqui no parque Biológico encontro por vezes asas despojadas como essas...
São as imensas rapinas que por lá param que só deixam mesmo as asas.
Votos de bom domingo
Bjs
g.j.
"Nada esperem de mim"...??? Claro que sim, qual fénix renascida das cinzas.
Bjs
Obrigado Sônia pela visita.
Votos de boa semana.
Bjs
G.J.
Oi, Sônia,
sapequei o seu poema
no Balaio.
Um abraço.
do balaio porreta vim pra dizer-te - que beleza, dona moça!
besos
Este foi mesmo um pássaro que deixou de ser possível!!!
Beijo
Sonia, poetamiga: tem dias que a gente se sente assim: passaro ferido nas plumas, como se não bastasse o nó na garganta. Gostaria muito de ter escrito esse poema. Bjos de luz, Grauninha
Que triste isso, Sônia. Dói ver essa imagem.
Assim nos sentimos quando cortam nossa liberdade, nossa voz, nossa vontade e nossos direitos... Tiram nossa vida e ficamos um ser impossível...
Teus poemas sempre dão pano pra manga, dão o que comentar, menina!
Meu carinho
Tais luso
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