sábado, 19 de maio de 2018
ALMANAQUE
Tudo estava perdido. A casa, a família, as relíquias, até sua memória.
No quartinho do asilo onde vivia restava-lhe apenas aquele almanaque encardido que ela não largava nunca, nem permitia que ninguém pusesse as mãos nele.
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
VARIAÇÕES DO POEMA
VARIAÇÕES DO POEMA
O poema é uma pedra
que pulsa
é uma árvore nascendo
na cabeça do poeta
é uma concha fechada
pode conter uma pérola
ou não
abra a concha
e descubra
terça-feira, 19 de setembro de 2017
terça-feira, 22 de agosto de 2017
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