segunda-feira, 12 de novembro de 2018

MUNDO SECO






MUNDO SECO


O tempo chora nas esquinas da cidade
Cicatrizes se abrem no corpo da rua

Um rato rói o coração das pedras
Um mendigo rumina o sal da solidão

A vida é seca, a morte é seca, o mundo é seco






4 comentários:

Ulisses de Carvalho disse...

Mas "a água lava as mazelas do mundo, e lava a minha alma, lava a minha alma."

Sinval Santos da Silveira disse...

Querida Poetisa, Sônia Brandão !
Que saudade das tuas belas poesias !
Parabéns pelo lindo texto. Um fraterno abraço
e uma feliz semana.
Sinval.

Ulisses de Carvalho disse...

Só passando pra te desejar uma boa entrada de ano novo para ti, Sônia, e que boas energias te acompanhem ao longo do ano, um abraço!

Juninho disse...
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