terça-feira, 12 de junho de 2018

SENTENÇA










Ninguém sabe de onde ele veio. Foi chegando e me olhando demoradamente.
Tinha um brilho sinistro nos olhos.
Foi nesse dia que eu comecei a morrer. 














2 comentários:

Sinval Santos da Silveira disse...

Boa noite, Poetisa Sônia Brandão !
Tão intenso, quanto belo, este teu
poema. Quanta verdade encerra...
Parabéns, Amiga, pela criatividade.
Um fraterno abraço !
Sinval.

Luiza Maciel Nogueira disse...

Muito bom te ver por aqui linda! Andava com saudades dos teus escritos! Um abraço!