segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

NATAL




NATAL


Meia-noite na favela.
Não se ouve um galo, mas o som de uma Ar-15.
Num barraco onde se espremem pai, mãe e dez irmãos,
mais um menino acaba de nascer.






5 comentários:

Mar Arável disse...

Até ser dia

Pedro Luso disse...

Olá Sônia!
É muito bom voltar ao seu blog.
Gostei do seu poema, “Natal”, com a sua mensagem
religiosa e social. Belo poema. Parabéns.
Abraço.
Pedro.

Luiza Maciel Nogueira disse...

Ótimo Sônia, torcendo aqui para você continuar a escrever neste espaço tão lindo!

Beijo

Sinval Santos da Silveira disse...

Olá, Sônia Brandão !
Escreves com a alma...
O mundo precisa disto e de ti.
Continua, por favor !
Um carinhoso abraço, querida.
Sinval.

© Piedade Araújo Sol disse...

curto e com tanto conteúdo...

:(