segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

NATAL




NATAL


Meia-noite na favela.
Não se ouve um galo, mas o som de uma Ar-15.
Num barraco onde se espremem pai, mãe e dez irmãos,
mais um menino acaba de nascer.






3 comentários:

Mar Arável disse...

Até ser dia

Pedro Luso disse...

Olá Sônia!
É muito bom voltar ao seu blog.
Gostei do seu poema, “Natal”, com a sua mensagem
religiosa e social. Belo poema. Parabéns.
Abraço.
Pedro.

Luiza Maciel Nogueira disse...

Ótimo Sônia, torcendo aqui para você continuar a escrever neste espaço tão lindo!

Beijo