domingo, 9 de outubro de 2011

ATÉ A MORTE




























                               

As nossas feridas
sangram.

Sangrarão
até que a
morte

nos mande
calar.



10 comentários:

Celina Dutra disse...

Sônia,

Bom dia! Lindíssimo e oportuno poema, quando o mundo clama e arreganha as feridas abertas por um capitalismo selvagem dos homens sem limites.

Girassóis nos seus dias. Beijos

Elisa T. Campos disse...

Lindo, Sônia
E na calada da noite,
os sonhos apagarão
todas as feridas.

Boa semana para você.

Fred Caju disse...

Belo. Inevitável e belo.

Mar Arável disse...

Resistir é preciso

Bazófias e Discrepâncias de um certo diverso disse...

Gosto muito desta comparação do inevitável (pôr-do-sol) com o "sangrar" e com o "calar", como algo também intrínseco a toda a natureza, inclusive a nós! e que bela foto!!! Bjos sonia!

tossan® disse...

E quem se importa? Eu me importo.
A foto contra luz é sensacional! Bj

MIRZE disse...

Mais que BELO!

Quem manda calar, é a morte mesmo!

Parabéns!

Beijos

Mirze

Hilton Valeriano disse...

Intimista...pura sensibilidade... e de certa forma trágica...belo!

Ronperlim disse...

Nem a morte é capaz de silenciar as feridas que sagra porque para quem vive dela vivenviou ou a abriu elas permanecem.

Até mais e parabéns!

Ronaldo disse...

Corrigindo:

Nem a morte é capaz de silenciar as feridas que sangram porque elas permanecem para quem as vivenciou.