domingo, 24 de outubro de 2010

Retrato





RETRATO


Invento o que existe.
Sou poeta.

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18 comentários:

Silvana Nunes .'. disse...

Linda imagem.
Saudações Educacionais !

Antonio Carlos disse...

Ser poeta é mesmo poder dar novos significados a coisas já entendidas, bom vê-la assim amiga.
Um abraço.

Victor Gil disse...

Olá Sonia.
Seis palavras e dois pontos de poesia. E a foto do J. C. é muito boa. E quem é a menina da foto? Já sei chama-se Sonia Brandão. Adivinhei?
Um beijo amiga.
Victor Gil

nydia bonetti disse...

Poeta! Com certeza. A foto também, repleta de poesia, Sônia. beijos!

Pablo Rocha disse...

Sensicional. Esta palavra resume bem..

Beijos

Marcos Campos disse...

Muito legal o que vc faz, sintetizar tudo em pouco!
Linda foto tbém!
beijo e boa semana!

Mirze Souza disse...

Sônia!

Repito Pablo!

S E N S A C I O N A L!!!!!!!

Beijos, POETA!

Mirze

Mar Arável disse...

Em pleno voo

Nilson Barcelli disse...

Invento o que existe.
Sou poeta.

Uma capacidade de s´+intese notável. A frase é lapidar...

Beijo.

dade amorim disse...

Verdade, Sônia, poeta reinventa e vê a vida além da vida.

Beijo.

Graça Pereira disse...

A imagem está maravilhosa! E os poetas tambem correm o risco...
Beijo e bom fds
Graça

Léo Santos disse...

E é uma invenção, no mínimo, necessária, porque senão as coisas ficariam assim como que... digamos, sem poesia!

Um abraço!

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá Sônia, a foto fala por si...Espectacular....
Cumprimentos

Claudia Almeida disse...

Sônia você preenche é Poeta,linda photo!Bjs

Nilson Barcelli disse...

Gostava de ler mais invenções tuas...
Beijos.

Non je ne regrette rien: Ediney Santana disse...

eu também e devaguei nos teus versos

Fernando Campanella disse...

Outro achado. Inventamos o que existe, porque a existência não é apenas o real, aliás, a verdadeira essência do que somos precisa ser inventada para que percebamos o verdadeiro real. Parabéns pelo poema. Um abraço.

Luhana disse...

Sônia,

Num momento iluminado, o Pessoa disse que o poeta é um fingidor (metáfora explícita de quem finge a dor - ele foi genial!).
Acabo de ler a sua definição: "invento o que existe". E percebo análoga iluminação.
Inventar o que existe, é mais do que o ato primário da criação, é a mais forte impressão dos sentidos, traduzida no (teu) olhar e palavra. Poeta.
Obrigada, por esta pétala.