quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Memória




No coração da árvore
a memória do rio.

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8 comentários:

Victor Gil disse...

Oi querida amiga.
O coração da árvore já é um poema. Não precisa de mais palavras que estas. Consegues dizer tanto com tão poucas palavras.
Beijos
Victor Gil

Mulher na Janela disse...

Menina, que poesia mais lírica/linda/límpida é essa que encontrei aqui.

Meu coração como que de árvore resgatou lembranças.

Essa cerca de pedra do template me lembra muito paisagens aqui do meu Seridó, sertão do RN.

Lindos demais tantos bichos, tantas plantas, tantos azuis brotando nesta casa de poesia.

Voltarei, pra matar a sede.

Beijos...

Nydia Bonetti disse...

No branco do papel, a memória da árvore.
O ciclo das memórias é infinito...

beijos, Sônia.

Wilson Torres Nanini disse...

E num dos galhos da árvore, um pássaro raro!

Fernando Campanella disse...

No coração da árvore, eu sinto, a memória de tudo, Sônia, de nós próprios. Árvores me encantam, uma identidade quase perdida que recupero. Parabéns pela classificação no prêmio poesia de Brasília. Ah, e tua foto nesta postagem é linda também. Grande abraço.

Multiolhares disse...

As arvores são lindas, elas podem sentir e são amor na terra para todos nós
beijinhos

Marcos Campos disse...

Olá Sonia!
Lindo isso, gosto de como vc sintetiza muita coisa em poucas palavras.
Beijo!
E o livro? Ta caminhando??

Mauro Lúcio de Paula disse...

Sônia,
a sua poesias é maravilhosa, tem cheiro de terra molhada, tem gosto de goiaba madura e tem a cor do infinito. É impossível não encantar com o seu pássaro que não voa, mas orbita a alma de quem lê. Parabéns!
Mauro Lúcio de Paula