segunda-feira, 2 de março de 2009

Bebo a vida




A morte é uma fábula.
Navego no vazio do tempo.

As canoas morrem de borco
Na areia da beira do rio.

Foto: JCBrandão

10 comentários:

cuentosbrujos disse...

Tus palabras y la foto me generaron melancolia
saludos

nydia bonetti disse...

Sônia
Este poema me impressionou muito quando o li no Overmundo e novamente aqui. Poema e foto num conjunto perfeito.
beijos.

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

Maravilhoso navagar neste poema.
beijos

BC disse...

Os barco e as canoas acabam por morrer sempre na areia!!!

Não deveríamos deixá-los morrer assim, quantas histórias terão para contar....
Abraço
Isabel

J. C. P. disse...

Oi, Sônia! Li ontem a matéria no JC, parabéns!! Beijos! Jean

ลndreia disse...

mais vale aventurar no rio... *

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

Passei por aqui, navegamos sim...isto é lindo;

tossan disse...

O teu mundo é lindo!

Aflito o
silêncio
fim de noite
medita sob o céu
cinzento
a chuva
o que era
a pouco sol
que atrás
da cortina vê
e se cala
*tossan

Fotos assim codifica mais a minha loucura pela amada.

cuentosbrujos disse...

Hola sonia un saludo afectuoso

Victor Gil disse...

Sônia.
Venho agora de visitar a "Poesia Crônica". Pelo nome devem ser familiares. Adoro o teu blog, pela poesia, mas também porque tem a particulardade de as fotos serem também da tua autoria. Também eu tenho um espaço de parceria com o meu filho (fotos). Espero a tua visita.
Um beijo de Portugal.